É por demais evidente que o empregado d'A Brasileira é um ponto. Um ponto! E isso, caríssimos, é indiscutível. A fluida forma como lhe saem estas pérolas humorísticas é sobremaneira divinal.
Quanto ao cliente, tenho a dizer: prezado senhor, seria muito pedir que se actualizasse, no que concerne o horário de Verão, e não fosse abusar do serviço alheio, requerindo sopa (talvez um gaspacho?) às quatro horas pós-meridiano? É que assim não pode ser, caramba! E não se trata assim um empregado ao seu serviço, caro amigo. Citando Carlos Antunes: com essa atitude, o cavalheiro não passa de um incorrecto. Um incorrecto.
Quanto ao cliente, tenho a dizer: prezado senhor, seria muito pedir que se actualizasse, no que concerne o horário de Verão, e não fosse abusar do serviço alheio, requerindo sopa (talvez um gaspacho?) às quatro horas pós-meridiano? É que assim não pode ser, caramba! E não se trata assim um empregado ao seu serviço, caro amigo. Citando Carlos Antunes: com essa atitude, o cavalheiro não passa de um incorrecto. Um incorrecto.
E, com esta, me calo. Apre!
Hahahaha
O sonho da minha vida é o empregado d'A Brasileira arranjar um part-time no café do Aires.