Ela é o sistema alternativo. Ela é a utopia. A liberdade é o dispositivo interno. Ela carrega a ideologia política no ventre. Ela tem a veia aguçada de um homem, já que geralmente não se conhecem histórias sobre mulheres sozinhas em casas na mata. Quando ele chega a isso, começa a experimentar sua liberdade, sua carne e sua madeira, aos poucos vê que não está preparado. Nunca esteve. Que a extrema direita, de alguma forma lhe fazia bem, lhe dava algo contra o que lutar. Eminente é a morte do conflito. E do amor.