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Realizada pela TheGetz em Curitiba.

Equip
7D+50mm 1.4
24-70 2.8
Edit/Grade on AE + looks + resolve

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  • Sidney Vigo 10 months ago
    Fantastico
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  • TudoPraMoveis.com.br 10 months ago
    Muito bem bolado... espero isso conscientize o maior número de pessoas possíveis.
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  • Iconifyed 10 months ago
    ha!! boa.. curti
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  • Bruno Capitani 10 months ago
    Simplesmente fantástico. Também espero que esse vídeo ganhe bastante clique e visualizações e que seja compartilhado em todas as redes possíveis. Quem sabe assim consegue diminuir, pelo menos um pouco, a falta de respeito que existe quanto a esse assunto.
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  • Jorge Takeshita 10 months ago
    Honestamente, vejo este video com outros olhos.

    Vejo pessoas comuns sendo penalizadas.

    Pessoas que procuram lugar dentre as vagas comuns, e encontram uma cadeira de rodas no lugar para parar carros.

    Motoristas que querem parar o carro em vaga comum nao precisam ser 'conscientizados'.

    Ou seja, penalizou quem age certo, e nao incomodou nem um pouco quem desrespeita as vagas especiais.
  • Bruno Siqueira (malha) plus 10 months ago
    Olá Jorge, e se fosse apenas uma peça publicitária, que atingiria apenas as pessoas que estão assistindo o video, se a ação fosse ensenada, e que não atingimos nenhuma pessoa que faz as coisas "certas".

    seria diferente?
  • Tyello . 10 months ago
    Jorge, Boa Tarde

    Acho que pessoas com necessidades especiais pode parar onde quiser, a diferença é que, além das vagas 'normais', elas tem vagas mais próximas às entradas das lojas, isso não quer dizer que elas só possam parar lá.
  • Jorge Takeshita 10 months ago
    Ola Tyello, concordo plenamente que os deficientes fisicos possam parar seus carros em qualquer vaga no estacionamento. Evidente que as vagas mais proximas as entradas de supermercados e shoppings devam ser nao somente para deficientes, mas tambem para idosos.

    Inclusive, muitos deficientes e idosos param em vagas comuns, pois as vagas especiais ja estao todas tomadas.

    O bizarro e deixar uma cadeira de rodas em uma vaga para carros.
  • Jorge Takeshita 10 months ago
    Perdao Bruno, retomando.

    Nao seria diferente. A forma e que e 'estranha'. E talvez pelo estilo de filmagem (como se fosse uma camera escondida), nao transmite essa ideia de encenacao, e sim de um prank de um cadeirante indignado. Alias, eu tambem fico indignado com quem para nestas vagas sem o direito. Apenas a forma como se manifestou no video, nao e propria.

    Certamente acho louvavel sua iniciativa. Mas comentava com outro colega. Se fosse mensagem para nao se jogar lixo na rua, seria como se voce fizesse um video jogando lixo no quintal das pessoas que nao sujam as ruas. Pessima ideia, nao?

    Novamente, em minha percepcao:
    1) lugar de cadeira de rodas, nao e em vaga de automovel. Naturalmente isto e metaforico, tentando mostrar como um cadeirante se sente quando tem seu espaco invadido, e que a mensagem que se quis passar e: Percaba como me sinto quando alguem pega a minha vaga. O problema e que quem percebe na pele, e quem faz certo.

    2) A atitude da senhora que tira a cadeira esta certa, mas em vermelho em seu video. Bruno, ja vi gente colocar molho de chaves ou identificação funcional em mesas de pracas de alimentacao, antes de entrarem na fila do restaurante. Tudo isto, para guardar o lugar da mesa quando acabarem de montar o prato e pagarem. So que essa atitude gera o problema de tornar escassas as mesas para quem ja esta pronto para comer. Problema gerado por pessoas que apenas estao chegando na praca de alimentacao. Ou seja, chave ou qualquer objeto nao guardam lugar em mesa nas pracas de alimentacao. Assim como cadeiras de rodas nao devem ocupar vagas de automoveis.

    3) O video nao sensibiliza os espectadores que deve. Ja vi pai de familia parando em vaga para deficiente em supermercado. Desceram do carro a esposa e filho pequeno. Logo pensei que a esposa nao se opos (nao sei se por medo de ser repreendido pelo marido, ou porque corrobora), e o filho aprendeu com o exemplo. Mostre o seu video a um pai de familia destes, e ele dara risada das pessoas que cederam o lugar para uma cadeira de rodas.

    Nao quero apenas 'reclamar' de seu video. Se voce me pergunta o que fazer, lhe digo: Quando alguem pegar o ticket do estacionamento, la estaria escrito: 15 minutos – sem tarifa; ate4 horas – R$ 8,00 (adicional de R$ 1,00 por hora); Com manobrista (periodo de 8 horas)- R$ 50,00; Em vaga para cadeirante sem identificacao – R$ 100,00. E naturalmente, uma legislacao que suporte tal iniciativa.

    Voce possui talento, o video esta bem filmado e editado. Acredito apenas que seu esforco e energia poderiam ser empregados em algo que tenha uma efetividade maior.

    Abraco
  • Bruno Siqueira (malha) plus 10 months ago
    Realmente voçe tem uma parcela de razão Jorge, realmente tem! Creio que se houver próximas vamos tentar ser menos invasivos e planejar com cuidado para pessoas corretas não serem atingidas indevidamente.

    Obrigado por colocar seu ponto devista foi muito importante pra min.

    *eu acho que campanhas como essa devem ser pontuais em empresas de grande porte, prefeituras por serem educativas, facilmente entendidas e baratas. O Brasil esta muito atraz no que se diz respeito a direitos e deveres, é cada um por si.
  • Jorge Takeshita 10 months ago
    Perdao Bruno, se tenho parcela de razao, aponte onde nao a tenho. Se voce pode aceitar sugestoes, eu tambem posso aceitar criticas.

    A proposito, sua contribuicao neste video e em qual parte? Filmagem, edicao, ideia ou todas?
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  • Roberta Lewis 10 months ago
    legal.
    no mexico tinham umas placas na frente de vagas para deficientes que diziam: Você não quer realmente estar no lugar dele.
    Isso ficou na minha cabeça...
    Não que eu fosse parar lá, sou motociclista ;)
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  • Tuane Eggers 10 months ago
    Muito bom!
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  • Fausto Nocetti 10 months ago
    Muito bom, vou espalhar.
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  • Manubrio 10 months ago
    Bem legal.. PArabens!
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  • Rafael Rosa 10 months ago
    Ual! Muito bom. O que falta para pessoas respeitarem uns aos outros é perguntar p si mesmo: e se fosse eu no lugar do outro? (share it!)
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  • Alvaro Beckerig 10 months ago
    Incrível a cidadã que ainda leu o papel e mesmo assim tirou a cadeira do lugar onde estava. Dirigindo um Corolla, prova máxima de que situação financeira nunca quer dizer que a pessoa tem o mínimo de educação e civilidade.
  • Comprar um carro por 3 vezes o preço que custa lá fora e achar que fez um bom negócio porque adquiriu um símbolo de status já dá uma dica sobre o nível de educação e civilidade...

    Você não precisa ser pobre nem rico pra ser alienado.
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  • Sonzinho 10 months ago
    Muito bom,otima iniciativa sua tbm
    pena que nem todo mundo entendeu o sentido do filme
    para min é Parabens!!!!
    infelizmente é bem isso mesmo oq acontece
    qual sera a % de vagas "especiais" em relaçAo as vagas normais???
    e mesmo assim as pessas que tem condiçao de estacionar,100,200,300 metros do local que deseja ir
    basta fazer alguns paços,mais nem isso podem fazer
    é mais facil ocupar a vaga reservada..que é sempre mais perto de lojas ponto de onibus etc etc
    isso nao é BRASIL,isso é o SER HUMANO
    abraço e mais uma vez Parabens
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  • MARAVILHOSO!!! DIRETO NA TESTA !!!
    PARABÉNS!!
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  • Derick Jacinto 10 months ago
    Muito, muito bom. Parabéns!
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  • marc 10 months ago
    Esse Jorge para mim nâo entende o que é arte e simbolismo , o que ele colocaria no lugar da cadeira de rodas? Ele é cético e frio , coisas de japones , como no filme Bacteria 741 ... Se nâo houvesse desrespeito aos cadeirante nâo haveria motivo de fazer esse vídeo , bem Bruno coloque uma melancia no lugar da cadeira de rodas quem sabe fica mais explícita sua idéia...
  • Jorge Takeshita 10 months ago
    Ola Marc!

    O que e arte e simbolismo?
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  • marc 10 months ago
    estude amigo, a lei sobre vaga para deficiente é clara , se as pessoas habilitadas nao o fazem e pq nao querem , nao pq nao sabem, a ideia do Bruno e mostrar como é ruim ser desrespeitado , é um modo de mostrar o sentimento... sentimento ,você sabe o que é isso Takeshita?
    ...
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  • marc 10 months ago
    Alias se voce e tao inteligente , pegue sua filmadora tire a bunda dessa cadeira e faça um video melhor do que o dele , afinal você tem respostas para todos os problemas , use sua grande capacidade intelectual para fazer algo prático , e boa sorte
  • Jorge Takeshita 10 months ago
    Sim, Marc. Sei o que e sentimento, assim como sei o que e respeito. Assim como o Bruno, que sabe o que e um dialogo salutar.
  • Bruno Siqueira (malha) plus 10 months ago
    Não é sobre conversa salutar, nem sobre ceticismo e nem sobre qualquer blá blá blá extremo, nesta ação procuramos lidar com um problema/assunto muito comum em Curitiba "pessoas que estacionam carros em vagas direcionadas para deficientes sem ter direito com a desculpa de ser apenas 1 minuto" ou seja para sacar um dinheiro ou comprar um pastel ou até os mais "sacanas" que não estão nem ai se é vaga para deficiente ou idosos, repetindo que aqui em Curitiba isso acontece muito, mesmo. Para não imcomodar as pessoas que ali transitavam e tentavam estacionar seus carros, colocamos pessoas indicando as vagas acessiveis logo após (fora do raio de camera), para facilitar o estacionamento e para não prejudicar a pessoa que possivelmente foram atingidas pela ação e entregar o flyer e adesivo da campanha. Muitas pessoas gostaram realmente e uma pessoa foi contra que até retirou a cadeira, e esta pessoa constantemente estaciona em vagas de deficientes físicos ou idosos, constatado por um senhor que cuida do estacionamento deste supermercado.
    Resumo de tudo até agora que mais de 200,000 pessoas visualizaram o video, mais de 80,000 pessoas comparilharam o link do video no Facebook, provavelmente temos uma fatia da luta pela responsabilidade e educação do transito em Curitiba, agradando ou não.
  • Jorge Takeshita 9 months ago
    Bruno, obrigado pelo retorno.

    Creio que o fenomeno nao seja tao incomum em Sao Paulo quanto voce diz ser em Curitiba tambem. O que obviamente e lamentavel.
    Nao esta claro em seu video que os motoristas eram indicados posteriormente a outras vagas, fora do alcance da camera. Sobre este explicitamento, gostaria de menos de 2 minutos do seu tempo. Assista a este video: youtube.com/watch?v=TCv3RnXIGT0
    Ate onde vi, o ator sequer deu partida em um veiculo, mesmo nao estando bebado.
    Se tiver mais um instante de tempo, trago mais este video, em japones: youtube.com/watch?v=fkEdeBFMEHM
    Estou certo que nao precisa entender ou ler japones para captar a mensagem.

    Honestamente espero que o seu video ajude, e estou certo que voce entendeu o ponto das pessoas que criticaram o video, dado que em seu proprio comentario voce mencionou invasividade.
    Ninguem esta criticando a campanha em si, naturamente todas as milhares de pessoas sao a favor dela. E somente o formato, e estou certo que se pode fazer videos tao bons (como estes que eu nao fiz, mas trouxe os links) usando o tema que voce escolheu.
    Voce quer ajudar, nos queremos ajudar, e por isso voce reconheceu a importancia do ponto de vista.

    Ate a proxima!
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  • marc 10 months ago
    Já fez seu vídeo Takeshita ou você só gosta de criticar mas nâo faz nada?
  • Jorge Takeshita 9 months ago
    Ola Marc,

    Nao, nao fiz o video, e provavelmente nao o farei. Fazer um video com a qualidade tecnica trazida pelo Bruno nao requer somente uma boa ideia, ou uma boa intencao. Requer tempo, pessoas, equipamentos e eventualmente dinheiro.
    Nao somente isto, mas existe um termo chamado vantagem comparativa (pt.wikipedia.org/wiki/Vantagem_comparativa). E certamente nao poderia fazer um video melhor, pois meu meio e outro.
    De forma que a melhor contribuicao que posso trazer para este caso, e o meu ponto de vista. Neste caso, uma critica. Adoraria ter elogiado o filme em si, a proposito, bato palmas para a campanha.
    A diferenca entre nos, Marc, e que voce diz: Esta bom do jeito que esta! E eu digo: Da para fazer melhor.

    Abraco, e ate a proxima.
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  • Guilherme Gabriel 10 months ago
    Velho, o teu vídeo sobre o "perrengue" dos cadeirantes foi perfeito.
    e ao contrário do que o amigo Jorge disse, não teve problema algum.

    realmente pessoas vão rir e zoar do seu vídeo. mas são os mesmos que riem quando passam por cima de animas pelas ruas, pensam que um protador do virus HIV "fez por merecer", e quem tem câncer tb. não se importam quando uma pessoa esta atravessando a rua, não respeitam nem sua própria familia. quanto mais um cadeirante desconhecido.

    Essas pessoas só pensam no seu interior e que dane-se o resto do mundo.

    Parabéns, vídeo perfeito.

    Não precisa mudar. ta ótimo!
    Parabéns...
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  • marc 9 months ago
    Jorge sua premissa e infantil , depois que um video e feito e postado , qualquer um pode melhora-lo, a questao e fazer o primeiro... Entao nao me julgue tao burro assim... e boa sorte
  • Jorge Takeshita 9 months ago
    Ola Marc,

    Sou eu novamente a proxima ocasiao veio logo! Respeito sua opiniao de que minha premissa e infantil. Porque depois que algo e feito, sempre pode ser melhorado.

    Mas sao 'infantilidades' como esta que fizeram a humanidade toda sair da era das trevas, ate a era da internet: melhorando as coisas.

    Em momento algum julguei a sua pessoa. Pelo contrario, voce me chama pelo menos de insensivel e cetico.

    Igualmente, desejo boa sorte!
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  • Je Perenel 9 months ago
    Parabéns!
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  • Roberto Isao 9 months ago
    ola´
    Parabéns
    O vídeo é simples, mas sutil, duvido que alguém que não tenha um mínimo de respeito por outrem não tenha se sensibilizado.
    Só duas ressalvas a duas pessoas que andaram comentando,
    Para o Marc: dizer que japonês é frio (por que viu em um filme?) é de um preconceito idiota , gostaria de saber se o "japonês" fosse trocado pelo "negro" vc escreveria algo assim. Quis ofender o Jorge e acabou generalizando e errou, provavelmente o Jorge é brasileiro, igualzinho a vc...
    Para o Jorge Takeshita: colocou o link de um vídeo em japonês que mostra a diferença entre o falar e fazer, e quer questionar o filme feito pelo Bruno ? Não entendi essa.
  • Jorge Takeshita 9 months ago
    Ola Roberto, por sinal, patricio. Sim, sou brasileiro.

    A questao toda e mais profunda. Com as pessoas com quem converso tete a tete, o ponto de vista e mais facilmente compreendido.

    Nao sei se voce leu todos os meus comentarios, desde la de cima. Mas em suma, concordo com a campanha, acho o objetivo do video nobre, no entanto, nao me agrada o exemplo trazido: da cadeira de rodas em vaga de carro. As pessoas que gostam do video de prima, observam apenas o principal aspecto trazido no video: que e mostrar como e ruim quando alguem invade o seu espaco, e de que forma isto atrapalha a vida do cadeirante. Quanto a isto, nao discuto.

    O Marc, propoe colocar uma melancia no lugar da cadeira de rodas. Mas para nao ficar abstrato demais, vamos colocar bicicletas. Mas uma na vaga reservada, e tambem outra na vaga comum. Para qualquer situacao, a bicicleta sera um estorvo porque lugar de bicicleta nao e em vaga de carro, seja vaga para cadeirante, seja ela em uma vaga comum. Assim como cadeira de rodas nao deve ficar em vaga para carro.

    Nao se trata tao somente deste aspecto da cadeira em lugar indevido, mas tambem das pessoas que param nestas vagas regulamentadas. Em razao da pouca (ou nula) fiscalizacao, quem la para, o faz sem o menor pudor. O motorista que para nestas vagas, ate onde testemunhei, nao para la porque e a ultima opcao, depois de muito ter procurado por vaga. Ele simplesmente chega no estacionamento, nao perde tempo e para nestas vagas. Entao, quando vi o video atrapalhando as pessoas procurando por vagas comuns novamente achei outra coisa estranha: Mostrar o exemplo do estorvo com pessoas que agem certo, que estao procurando pelas vagas comuns, quando na verdade tinham que condenar os infratores. E como voce disse sobre o Marc: 'generalizaram', como se todo mundo la parasse: eu, voce e todas as demais pessoas comuns, que no momento do desespero, pressa ou ultimo recurso, param la, na vaga regulamentada.

    Mas como nao achei adequada a forma como foi feito o video, desde o comeco, a argumentacao caiu sobre minha pifia interpretacao artistica. O que e um problemao, pois se e preciso tino artistico pra entender o video, ai realmente estariamos todos perdidos! Estariamos dependendo da percepcao artistica de quem e absolutamente insensivel!

    Empiricamente acredito que ha pelo menos 2 tipos de pessoas que param nestas vagas regulamentadas. O que la estaciona sistematicamente: o calhorda. E a pessoa que parou pela primeira vez, so por 1 minutinho, e quando percebeu que ficou impune, passou a parar mais vezes: o tao calhorda quanto. (olha eu generalizando...)

    Foi entao Roberto, que coloquei apenas 2 videos de exemplo, de campanhas que no meu entender foram melhor executadas. Videos que nao generalizaram ou penalizaram indevidamente. Em outras palavras, apenas para ilustrar, e dizer que o video em questao poderia ser feito de outras formas, melhor. Nao estou aqui pra encher o saco do Bruno, apenas sugiro outra abordagem.

    Por que insisto tanto em escrever nesta pagina? Porque acredito que com dialogo e troca de ideias podemos todos diminuir nossas diferencas de opiniao e trazer entendimentos atraves do argumento e da razao.

    Abracos!

    PS. O filme do qual o Marc fala e o Campo 731.
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  • Abelmon Bastos 9 months ago
    Excelente vídeo! Parabéns!
    Creio que valeu a pena, sim, usar as vagas por um minuto para produzir uma peça publicitária e conscientizadora tão legal. Se cineastas 'famosos' interrompem o trânsito de metrópoles por horas, pq não deixamos que você, um cineasta 'consciente' interrompa uma pequena vaga de supermercado por 1 minuto?
    Tocou na minha consciência também.
    Parabéns! Valeu!
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  • Ellen Twiss 9 months ago
    Muito bacana o vídeo. Parabéns! :)
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  • Daniel Bass pro 9 months ago
    Moleeeque! perdeu a linha! muito bom

    Keep it up man!
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  • Jorge Takeshita 9 months ago
    Prezado Bruno,

    Obrigado pela sua atencao. Conversei ainda com diversas pessoas a respeito do assunto, assim como a respeito do video.

    E uma opiniao particular minha como disse reiteradas vezes, mas acho que o metodo video para esta problematica nao e eficaz. Sim, reconheco que se trata de uma otima iniciativa, mas dada a gravidade do assunto (grau de desrespeito, e a cara de pau dos infratores), o video atingira pouquissimas pessoas.

    Novamente, para nao ficar no vazio, vou comparar o caso com a lei anti-fumo de SP. Por aqui, a lei funciona assim: Se voce fumar em restaurante, e se voce for pego, o alvo da fiscalizacao nao e o fumante, mas sim o estabelecimento. Te garanto, depois de implantada a lei, nao vejo desrespeito. Pode ate existir, mas longe dos meus olhos. Em outras palavras, deixar para cada um de nos fiscalizar, ou contar com a consciencia de cada um, ja se mostrou uma medida insuficiente, e um video por melhor que ele seja, nao parece que funcionara.

    Ora, se toda campanha saiu de um caso real que aconteceu no Parana, e temos uma senadora paranaense apoiando a causa, por que nao se faz uma lei como esta para os cadeirantes, idosos, gestantes e todos mais que tem direito?

    youtube.com/watch?v=p5FxwEGAd20&feature=related
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  • Dothan X 9 months ago
    Pessoal, Jorge Takeshita, foi extremamente claro em todos os posts.

    Ele quis dizer apenas uma coisa:

    Colocar uma cadeira de rodas numa vaga comum para carros é dizer que TODOS (TODOS MESMO) os motoristas são mal-educados pois colocam seus carros nas vagas para deficientes.

    A cadeira de rodas era para ficar nas vagas de deficientes para punir os malakos que roubam essas vagas. Daí sim a mensagem seria transmitida corretamente.

    Resumindo: O Autor do video fez um bom trabalho na edição, filmagem e talvez a escolha da música (o corte para o loop que não), mas na hora de bolar como repassar em video, deveria ter pensado mais, procurado ajuda com mais amigos etc.. (ninguém sabe de tudo também).

    Já aviso pra quem for escrever coisas do senso-comum pra mim: EU NÃO TENHO CARRO E MUITO MENOS CNH.
  • Jorge Takeshita 9 months ago
    Ola Dothan X!

    Estou com uma duvida, poderia responde-la?

    Quando voce viu o video pela primeira vez, gostou dele, e depois de ler meus posts entendeu meu ponto de vista, ou voce assistiu ao video pela primeira vez, ja se incomodou com o que viu, e apenas concordou com o que eu ja havia escrito?

    Ou entao estou presumindo mal? Voce apenas entendeu meu ponto de vista, mas isso nao quer dizer que voce concorde.
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  • • a c a l d a s • 9 months ago
    Se fosse aqui na Bahia, ainda levavam a cadeira no porta-malas. Parabéns pela iniciativa!
  •  
  • Dothan X 9 months ago
    @Jorge

    Eu vi o video e achei que a cadeira tinha sido posta em uma vaga para deficientes e aprovei. Daí comecei a ler os comentários e.. oh wait aquilo era uma vaga normal.

    Então li todos os comentários e nem ia falar nada, só que me indignei porque 90% da quem leu seus posts não entendeu nada.

    Daí resolvi postar para me acalmar e criticar comentários genéricos. Particularmente, quando faço algo e desejo expôr, eu prefiro que me digam o que precisa ser ajustado, pois "show!", "VLW" "pode cre" "sucesso, continue assim" pra mim deixa claro, que malako só viu por cima e comentou só pra fazer o fake apoio.

    No mais é isso...
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  • A. Catani 9 months ago
    Não concorde com a posição do Jorge. Esse negócio de "pessoas comuns sendo penalizadas" é conversa. São as pessoas comuns mesmo que precisam aprender que vaga de deficiente não é pra ser ocupada. é uma campanha de conscientização, precisa intervir e interferir no espaço e na rotina pública e incomodar. Está corretíssima em tudo, principalmente na abordagem.
  • Jorge Takeshita 9 months ago
    Ola A. Catani!

    O problema de lixo nas ruas tambem e de conscientizacao. Voce seria a favor de jogar lixo na casa de pessoas comuns como na sua para conscientizar as outras?

    E pessoas comuns sendo penalizadas, nao e conversa. Isso e fato, mostrado no video acima. O problema e que intervir, interferir e incomodar muitas vezes nao funciona. Tomemos novamente o exemplo de jogarmos lixo em seu quintal. Vamos filmar isto. Voce acredita mesmo que as pessoas deixariam de sujar as ruas depois de ver o seu quintal sujo?

    Permita-me tambem o direito de discordar de seu ponto de vista. O video nao esta correto em diversos aspectos, sobretudo na abordagem.

    Serio mesmo! Adoraria elogiar o video. Reitero: bato palmas a campanha, iniciativa e esforco. Mas o video peca no exemplo trazido.

    Voce diz: "São as pessoas comuns mesmo que precisam aprender que vaga de deficiente não é pra ser ocupada." Concordo! Mas trata-se de um subconjunto das pessoas comuns que precisam desta licao.

    Particularmente eu, ja deixei de entrar no shopping, porque vi todas as vagas no estacionamento tomadas. Depois de muito procurar por uma vaga, e nao encontra-la, decidi voltar para casa. Sequer passou pela minha cabeca procurar por uma das vagas especiais.

    Por outro lado, gostaria que voce observasse o comportamento destas pessoas que param nas vagas regulamentadas. Realmente nao e dificil constatar que as pessoas de ma indole param nas vagas especiais mesmo havendo vagas comuns. Simplesmente estas pessoas nao gostam de parar nas vagas distantes, assim param nas vagas especiais sem procurar antes as vagas comuns mais distantes da entrada por preguica.

    Entao perceba que as cadeiras de roda do video estao nas vagas distantes da entrada do estabelecimento, e as pessoas que estao procurando pelas vagas comuns (longe da entrada do estabelecimento) onde estao as cadeiras. E por isto que digo que as pessoas comuns estao sendo penalizadas. Quem para em vaga especial, nao perde tempo procurando vagas comuns.

    Ja dizia o ditado: Tem que atacar o orgao mais sensivel do corpo humano, o bolso. Precisa de fiscalizacao, multar, uma lei nova analoga a lei anti-fumo de SP, em que os estabelecimentos e que sao incumbidos de fazerem a lei ser cumprida.
  •  
  • Daniele Reiter 6 months ago
    Mto bom essa iniciativa. Ela funciona tanto lá, na prática, quanto para quem assistem em vídeo. Vou difundir!
  •  
  • Hugo Hoffmann 5 months ago
    Parabéns mesmo! Devemos ter mais respeito ao próximo.
  •  
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