Se hoje a associação dos conceitos de Liberdade à revolução de Abril é comummente aceite pela Sociedade Portuguesa, existe ainda pouca unanimidade sobre a existência ou os efeitos de amnésia colectiva da mesma População em relação aos efeitos desse período. Em “Muros de Liberdade” Fidel Évora aborda o fenómeno dos Ecos de Abril focando a sua investigação junto dos Murais Revolucionários do período Pós 25 de Abril, numa reflexão mais aprofundada sobre o desvanecimento da voz gravada no cimento.