De Peixes e Pássaros é tecido sobre imagens/pinturas de Marc Chagall e situações-memórias dos intérpretes criadores.
As “paisagens” chagallianas, assim como as cenas que dividem o espetáculo, são povoadas por personagens que voam, seres que se metamorfoseiam em pássaros, peixes, e touros, homens e mulheres em festa ou luto; artistas de circo, bailarinas e músicos, configurando universos de humor e  melancolia, fuga e leveza.  A espacialidade do espetáculo propõe uma subversão do lugar como dado concreto, permitindo por exemplo, que um trapézio possa ser  uma porta,  um balanço ou o ombro do pai. Três balanços (trapézios), três bancos, um colchão, e uma cabeça de touro formam o conjunto destes materiais em cena.

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