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cinemaportuguesonline.com

POETICAMENTE EXAUSTO, VERTICALMENTE SÓ“ - a história de José Bação Leal. Um filme de Luísa Marinho.
Documentary - 53 min - 2007

SYNOPSIS
José Bação Leal has born in Lisbon, capital of Portugal, in 1942, and died in Mozambique, during the colonial war, with 23 years old. A promising writer and thinker, he became a symbol of a youth that could not rise, victim of a country that put in cause its own future in a meaningless war. All the people who were close to him were touch by his fascinating personality and his vanguardist free spirit.

SINOPSE
Contextualizado no Portugal de finais dos anos 50 e inícios dos anos 60, “Poeticamente Exausto, Verticalmente Só” conta a história de José Bação Leal, um jovem e promissor poeta, falecido em Moçambique durante a guerra colonial, com apenas 23 anos.

Com uma sensibilidade à flor da pele e uma consciência política rara naqueles tempos, marcou fortemente as pessoas com quem conviveu. Após a sua morte, os amigos juntaram-se para editar, em forma de homenagem, os seus poemas e cartas. Em 1971 o seu pai reedita-o desta vez com um grande impacto no meio literário e intelectual. Será, nesse ano, o livro mais vendido na Feira do Livro de Lisboa, antes de ser apreendido pela PIDE.

No prefácio de “Poesias e Cartas” escreve Urbano Tavares Rodrigues “além de nos fazer conviver humana e esteticamente com quem teria porventura vindo a ser – não lhe tivessem truncado a vida a crueldade e a insânia que ele denuncia – um dos maiores escritores da língua portuguesa do nosso tempo, este livro fica para sempre, no seu valor testemunhal, como um marco histórico (resumindo a agonia e o martírio de tantos e tantos jovens absurdamente torcidos ou, como ele, quebrados ao arrepio da história, na sua natureza e nas suas opções)”.

“Poeticamente Exausto, Verticalmente Só” (frase retirada de uma das suas cartas) traça o percurso de Bação Leal através das memórias dos seus amigos próximos e da sua irmã. Estes lembram a sua inteligência, o seu talento, o seu humanismo, bem como a resistência corajosa de que foi capaz dentro da própria institução militar.

escrito e realizado por
Luísa Marinho

produzido por
António Ferreira

direcção de fotografia
Cláudio Ribeiro

música
Luís Pedro Madeira

produção executiva
Tathiani Sacilotto

secretária de produção
Suzete Santos

edição
Luísa Marinho
Luísa Cardoso

edição adicional
Nuno Portugal
Toni Ferrino

sonoplastia
Toni Ferrino

pós-produção vídeo
Henrique Cepeda

correcção de côr
Cláudio Ribeiro

pós-produção audio e vídeo
PNG STUDIO

voz off
Nuno Cash

traduções
Luísa Marinho
Jonathan de Azevedo

grafismo
Chemega
excertos dos livros

"Poesias e Cartas"
(José Bação Leal)

"A Primeira Coluna de Napainor"
(António Manuel Silveira Viana)

"Os Condenados da Terra"
(Frantz Fanon)
excertos dos filmes

"Moçambique: Olhando os Homens
e as Crianças"
(César Mexia de Almeida)

"Deserto Vermelho"
(Michelangelo Antonioni)
fotografias de arquivo
gentilmente cedidas por

António Manuel S. Viana
Francisco Silva Alves
António da Cunha Ferreira
Afonso Barata
agradecimentos
a todos os que participam no filme

Ana Bação Leal
António Manuel Silveira Viana
Francisco Silva Alves
José Mário Fidalgo dos Santos
Luís Teixeira da Mota
Urbano Tavares Rodrigues
Maria Antónia Fiadeiro
César Mexia de Almeida
Maria Teresa Horta
Mafalda Leal
Pedro Éfe
Diana Andringa
Mafalda Machado

Colégio Militar
Escola Prática de Infantaria
Estado Maior do Exército
Divisão de Gestão Cemiterial
(Câmara Municipal de Lisboa)
Livraria Barata

Apoios
ICAM
Apoio à pesquisa e
desenvolvimento de documentários

Maria Antónia Fiadeiro
filmado entre
2003-2007

uma produção
PERSONA NON GRATA PICTURES
PORTUGAL - 2007

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