No dia 18 de julho de 1969 houve um dos mais ousados assaltos da história do Brasil. Um cofre contendo US$ 2,5 milhões foi roubado da casa da amante do falecido governador de São Paulo, Adhemar de Barros. Os dólares eram frutos das negociatas do governador. Um dinheiro ilícito, misterioso. Os autores do crime: jovens de 16 a 20 anos, integrantes da VAR-Palmares, revolucionários de esquerda lutando contra a "repressão da ditadura militar e a hegemonia norte-americana".Mas quem eram os jovens que planejaram e executaram esse golpe? Como é que eles viviam? Será que eles imaginavam que algum dia seriam membros do alto escalão do governo brasileiro, incluindo a primeira mulher a ser presidente da República?O cofre do Adhemar conta a vida por vezes atrapalhada, por vezes extraordinária, mas sempre inacreditável desses idealistas que, embora extremamente determinados, eram também confusos e se viam muitas vezes assoberbados por uma tarefa romântica, que ia muito além de suas forças."Agora, afinal de contas, pode-se dizer que a VAR acabou produzindo um presidente da República. Bem ou mal, essa foi a escola da Dilma. Claro que ela não é presidente porque foi da VAR, mas sim do PT e, na hora certa,estava próxima do Lula. Mas, muitas das condutas que ela tem são de alguém que passou por uma escola de política num momento determinado. Não sei se isso a tornou madura ou se ela ficou madura depois, mas isso contribuiu para o seu amadurecimento político."

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