As mãos de Simão Bolivar não deviam estar num museu — estão bem ali, na Cadeira de Van Gogh, no Porto, onde o artesão brasileiro inventa o seu mundo. São latas de sardinha e de refrigerante, são tábuas e cabos de guarda-chuva. Não é nada disso. São personagens com vida.

Para ler e ver no P3: p3.publico.pt/node/1578

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