Num hotel do Algarve, de que é proprietário, Victor Pratas (50 anos) bebe em memória dos seus quatro companheiros, antigos Comandos entretanto desaparecidos, quando recebe a notícia de que Joaquim Malarranha, antigo inspector da Polícia Judiciária que, na reforma, se tornou guitarrista na sua casa de fados em Lisboa, acaba de morrer, em plena actuação. Durante o funeral de Malarranha, Pratas evoca os acontecimentos que levaram à morte dos companheiros e ao envolvimento do antigo inspector nas actividades do grupo.

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