A vida é um exercício de composição. Pesado quando brita, ferro e esforço. Leve quando tinta, pincel e tela. E não nos esqueçamos do pintor, autor, compositor. Quem pode colorir a vida, escolher as cores e compor um quadro? Longe da mera representação tradicional de um quadro, é preciso precisão, planos, volume. Uma forma de expressão corporal vista por diferentes ângulos, que me remete aos ideais Cubistas (1907), quando ultrapassam as estrutura geométrica do quadro, transbordando na corporalidade, sob diferentes ângulos. A realidade plástica da obra anuncia as composições em tempo real, apresentando todos os lados e curvas ao espectador. Sugere ainda, a composição perene da vida. E como diria Picasso: “uma arte que trate primordialmente de formas, e quando uma forma é realizada, ela aí está para viver sua própria vida“.

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