Marcelino Freire nos recebeu com malas desarrumadas, meio desfeitas da viagem de fim de ano para a Argentina, meio feitas com destino a outra, para Cuba. Mas sua bagagem é tão maior que não se esgota quando abre. Em cadernos e no computador, por exemplo, viaja com ele a todo lado seu primeiro romance. Nessa entrevista, Marcelino lê um trecho de 'Só o pó', que deve sair até o fim de 2013 pela editora Record; fala de suas referências literárias, de Cortázar a Bandeira; da infância, entre Sertânia, Paulo Afonso e Recife; descurte o Facebook; pensa sobre o que significa ler; revela parte do processo criativo do novo livro; e reflete sobre seu lado ator, que presenteia alunos de seus cursos de escrita e demais sortudos com leituras vigorosas de textos próprios ou não: aqui por exemplo ele leu uma bula de remédio em tom de estória.

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