“Suscitaram também entre si uma discussão sobre qual deles parecia ser o maior. Mas Jesus lhes disse: Os reis dos povos dominam sobre eles, e os que exercem autoridade são chamados benfeitores. Mas vós não sois assim; pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve.”

Em João 8:32 está escrito – “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. E em 8:36 – “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. Desta forma podemos entender que quando recebemos a salvação ficamos livres. Livres do poder que o pecado exercia sobre nossas vidas. Livres da escravidão do egocentrismo. Livres da busca interminável por paz e satisfação.

Por outro lado no texto de Lucas 22:24-26, Jesus nos ensina que no Seu Reino o maior é aquele que serve, é aquele que se torna servo. O Apóstolo Paulo sempre se apresentava como servo de Jesus Cristo, e a palavra que ele emprega é “doulos” palavra grega que significa escravo. Em Romanos 6:18 e 22a, ele explica que fomos libertos do pecado para sermos servos da justiça.

Jesus está nos ensinando que uma vez libertos somos convidados a viver uma vida de servo. Significa que aquilo que temos e somos, aquilo que sabemos fazer, os nossos dons e talentos, a nossa profissão... devem estar a serviço do próximo. Tudo isso providencia o nosso sustento e conforto, mas se serve apenas para o acúmulo de riqueza, então, significa que ainda continuo escravo. Jesus nos chama para sermos servos, para servir ao nosso próximo e a manifestar o amor de Deus através daquilo que fazemos.

Por isso o convite de Jesus para sermos o maior é um convite para sermos livres para servir. A cada um de nós cabe decidir se serviimos a nós mesmos nos mantendo escravos, ou se somos livres para servir. A decisão é minha e sua.

Por Eduardo Goya

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