Espetáculo de dança da companhia Perversos Polimorfos, com direção de Ricardo Gali. O trabalho partiu do universo infantil dos contos de fada e cada intérprete-criador explorou, na forma de pequenas células de movimento, sua própria narrativa de origem. O grupo também partiu das abordagens do filósofo português José Gil, em sua obra "Imagem-Nua e as Pequenas Percepções", para alcançar um resultado que fosse próprio às especificidades da dança – mais expressivo, menos narrativo. Por meio das diversas células de movimento exploradas, o espetáculo se constroi em diferentes áreas de pura improvisação. Filmagem realizada no SESC Belenzinho, São Paulo, junho de 2013.

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