Em todas as cidades ocorrem sempre actos que podem ser considerados de vandalismo, como se sucede na cidade do Porto. Mas deverão eles ser chamados desse modo? Diferentes perspectivas demonstram o contrário e na realidade a criação de graffitis é muito mais do que isso: é um modo de expressão pessoal, facilmente mostrado a toda a gente. Contudo, gera sempre problemas e controvérsia, acabando por terem sempre de ser limpos pelos serviços da cidade, neste caso da Câmara Municipal do Porto. É um processo com certo custo que é crucial para que a cidade tenha o que eles consideram de ‘um aspecto limpo’. Ao juntar todas estas peças no mesmo público, o pensamento final que podemos ter é que um, na realidade, não sobrevive sem o outro e que a existência de ambos é crucial para manter o ciclo sempre funcional. Os pontos de vista das personagens irão demonstrar um pouco mais desta problemática através da elaboração de ambos os processos.

Realização:
Helena Dourado
Luís Honrado
Ricardo Faria

Sound design:
Ana Pedro
Tiago Brilhante

Universidade do Porto, 2013

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