Inaugurando a série de 8 vídeos literatura: a poeta, Janayna Barão. Com seu poema despedida, "tempestade em corpo d'água". O poema retrata a última chuva que tomou em São Paulo, já que a poeta estava de partida para residir em "Buenos Aires - Argentina" definitivamente.

TEMPESTADE EM CORPO D'ÁGUA

Passei
por um triz,
me desfiz
em tempestade.
Pois
que me lavem
os pés
e as mágoas
as últimas águas
desta cidade.

JANAYNA BARÃO

Ela que diz: "Eu não escrevo poemas porque eu escolhi escrever poemas. Eu escrevo poemas por que é impossível freá-los todos dentro de mim. Eu escrevo poemas porque tenho sede de captar a poesia de todas as coisas, e aprisioná-la às palavras. Eu escrevo poemas porque fui agarrada pelo pescoço."

Para conhecer e ler mais poemas de Janayna Barão, acesse:
veseandaadivagar.blogspot.com.br

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direção: Ariosvaldo Lamparina
direção de fotografia: Jere Nunes
produção executiva: Thais Alves
câmeras: Jere Nunes e Marcelo Vinci
áudio: Bruno Begot
assistente de produção: Suzana Schulhan Lopes
trilha sonora: Java - Gamelan degung
edição de vídeo: Raul Carvalho
foto dos créditos gentilmente cedida por: Ricardo Avellar

realização: À Margem do Infinito
patrocínio: Prefeitura de São Paulo e VAI (Valorização de Iniciativas Culturais)

À Margem do Infinito é um coletivo patrocinado pelo Programa VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) com o objetivo de realizar 8 curta metragens baseados na produção literária independente de jovens escritores de São Paulo.

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