Tomando algumas de nossas práticas corporais como sintomas de nossa cultura, não poderíamos interrogar o seu grau de saúde e vitalidade? Neste sentido, o que haveria de positivo em alguns dos traços emblemáticos de nossa cultura que nos caberia sobretudo afirmar e não somente reduzir à mera alienação? Trata-se de colocar em perspectiva nossa saúde cultural à luz de alguns autores – como Nietzsche, Foucault, Deleuze, Spinoza, Gilberto Freire – que frisaram a relevância do papel do corpo como expressão de vitalidade cultural e singularidade de um estilo de vida.
Gravada no dia 7 de maio de 2010.

Loading more stuff…

Hmm…it looks like things are taking a while to load. Try again?

Loading videos…