PROJECTO 804
Adufeiras de Monsanto, Adufe & Alguidar e Rui Silva, Arvoredo

Instrumentos
Voz e Adufe

Gravado nos Jardins do Palácio de Belém, Lisboa, Centro (Grande Lisboa)
5 de Outubro de 2013

Realização: Tiago Pereira
Som: Mário Capucho

As Adufeiras de Monsanto são um grupo de raízes populares, que têm por objectivo preservar e divulgar o riquíssimo património tradicional de Monsanto, através dos seus trajes, cantares e tocares do típico Adufe, instrumento de origem Árabe.

"Dez vozes dão corpo a um projecto de canto e percussão, que atravessa simbologias e tradições com ritmos de adufe e outros instrumentos, onde experimentar é sempre um convite.
Temos no adufe - instrumento musical de origem árabe - o nosso meio de viagem, qual roda quadrada, que ajudado por outros companheiros sonoros nos leva até onde estivermos dispostos a ir. Temos no alguidar - peça de origem árabe que serve habitualmente para lavar ou amassar - a metáfora da reactivação, reinvenção e mistura de sonoridades." facebook.com/AdufeeAlguidar

"Em 2012, concluiu, com nota máxima (10) o Master en Interpretación de Música Antigua - Percusión Histórica, na ESMUC (Barcelona, Catalunha), tendo sido aluno de Pedro Estevan.
Actualmente, dando seguimento à sua tese de mestrado ("Al-duff: bases para aplicação das técnicas de frame drums mediterrânicos ao adufe, séc. XXI adentro" ESMUC, Maio 2012), desenvolve uma linha de investigação em torno do Adufe, pandeiro quadrado português, religando-o aos frame drums mediterrânicos através das técnicas de performativas e da inovação na construção de protótipos.
É percussionista das Sete Lágrimas - Consort de Música Antiga e Contemporânea, do Touli Ensemble e Contracorrente.
Toca com instrumentos Missom, Rui Silva - Adufes, Red Clay, e adufes tradicionais José Relvas." al-duff.com/al-duff-www/

Letra

Ó arvoredo fechado
Não digas que eu aqui vim
Não quero que o amor saiba
Novas nem parte de mim

Não digas que aqui vim...

O meu coração é tanque
Cheio de água mete medo
Abre-te ao meu coração
Vem regar o arvoredo

Cheio de água mete medo...

As estrelas do céu correm
Pelo céu às carreirinhas
Também os amores correm
Das tuas mãos para as minhas

Pelo céu às carreirinhas...

Pus-me a contar as estrelas
Só a do Norte deixei
Por ser a mais pequenina
Contigo a comparei

Só a do Norte deixei...

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