Eu tenho, é claro, como boa cinéfila que sou, alguns filmes na minha galeria de "Minha vida antes e depois dessa experiência". Acreditem, são poucos, pouquíssimos.
Acabo de assistir à esse filme: Como estrelas na Terra.
Agora tenho um problema. Não existe pódium, medalha, Oscar, diploma, certificado, troféu, prêmio, escala ou adjetivos para classificá-lo, nem galeria. Ele está acima e muito além disso tudo! Como obra de arte absoluta da expressão da Beleza, da Verdade, do Amor, da Felicidade, da Sensibilidade, simplesmente ele é uma peça única. Não cabe em uma galeria. JAMAIS caberá.

Eu queria presentear cada humano e humana do mundo com este filme. Não posso, é claro que não posso. Isto está fora do meu alcance. Que pena.

Conforme eu ia assistindo, via uma cena e pensava "Tenho que editar esta aqui e postar no Facebook!". Então, com menos de 1 minuto, surgia outra, e outra e mais outra. Imaginem um filme feito de pequenos minutos de Oscar, de pódium, de prêmio, de Medalha, de... ah, sei lá de quê. Editar este filme deve ter sido o trabalho mais difícil que um diretor já teve que fazer. Não é possível extrair nada dele separado do todo. Seria um crime.

Eu poderia dizer que é um filme pra você que se importa em fazer deste um mundo melhor. E é.
Que ele é um filme pra quem acredita que a Educação é um caminho, senão "O" caminho. E é.
E é verdade também que ele é um filme feito justamente para aqueles que acham que não têm nada a ver com isso. Para que acordem. Porque, se substituirmos o tema de que trata por qualquer outro tema tão incompreendido quanto este, ele continuará valendo.

Não, não vou deixar nenhuma sinopse. Assim como palavra alguma alcança dar conta de explicar uma experiência sublime, nenhuma sinopse ou resumo estaria a altura desta história. Talvez se eu fosse poeta eu conseguisse. Talvez. Nem vou tentar.

Caixa de lenço de papel, silêncio no ambiente, uma xícara de chá, talvez, mas nem precisa.

Ah, como eu adoraria me lembrar quem foi o anjo que me indicou esse filme. São tantos anjos à minha volta me fazendo sempre essa gentileza. Talvez tenha até sido mais de um. Sempre tomo nota e quando posso, assisto. Hoje eu pude. E como me sinto grata por isso!

Hoje, dia dos professores, nenhum presente poderia estar mais bem escolhido que este. Portanto, não importa o que você "ensine", já que ensinar é impossível mesmo, não importa onde você esteja, nem como você o faça. Só importa que você se importa. Que você pense em si mesmo, em si mesma como alguém que faz e quer continuar fazendo diferença pra tornar este, um mundo melhor, com pessoas mais felizes, plenas, completas, justas, éticas, íntegras, coerentes, congruentes e conscientes.

Este tem endereço hoje: Constança Vilar e Bruno Nassif Rodrigues (que se importam, e muito), Carlos Albérto Rodrígues (por saber amar tão magnificamente bem e por me ajudar todos os dias a aprender a Amar mais e melhor), Allan Santos, Antonio Carlos Fortes Veiga (in memoriam) e Liane Pinto - mestres na arte de ajudar pessoas a se transformarem sempre em pessoas melhores e Luis Carlos Rodrigues (e ele vai entender sozinho porque, quando assistir ao filme) e, finalmente mas não menos importante, para Antonio Lisboa (Tuim) porque, do seu jeito, se importa e se esforça por ajudar, além de ter uma sensibilidade de artista que vai dar conta de faze-lo entender que tem que continuar, não importa se é na padoca do Bristol ou no bar do Rubão.

E pra todo mundo que, como eu, só entende Educacão se for como sinônimo de Amor!

Meu nome é Inês.
Assim eu falei.
Hey!

SP, 14 de Outubro de 2013

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