O que Auschwitz tem a haver com Hiroshima e Nagasaki?

A grande farsa do Holocausto Judaico.
Capítulo 4: O que Auschwitz tem a haver com Hiroshima e Nagasaki?
Por que não devemos investigar?

O que mais se sabe de Auschwitz?

No início de 1940 Auschwitz era apenas uma pequena cidade com aproximadamente treze mil habitantes na Alta Silésia alemã. Porém, no mês de maio desse mesmo ano iniciaram-se em suas cercanias as edificações de um “campo de trânsito” para receber dez mil prisioneiros poloneses.

Nos anos seguintes, com o agravamento da guerra, Auschwitz converteu-se no centro de um conjunto de quase quarenta campos e sub campos e sede de um extenso complexo agrícola e industrial (minas, petroquímica e fábricas de armas) onde trabalhavam inúmeros prisioneiros — principalmente poloneses e judeus — ao lado de trabalhadores civis.

Auschwitz foi ao mesmo tempo e sucessivamente um campo de prisioneiros de guerra, um vasto campo de trânsito, um campo-hospital, um campo de concentração e um campo de trabalhos forçados e de trabalho livre. Não foi jamais um “campo de extermínio” - (expressão inventada pelos Aliados).

A realidade na Alemanha teve que ser escondida para poder ofuscar as duas bombas atômicas que os EUA jogaram em cima de população civil, nas cidades de Hiroshima e Nagasaki, no Japão.

Apesar das rigorosas medidas de higiene, da abundância de galpões e edifícios hospitalares dotados muitas vezes dos últimos avanços da ciência médica alemã, o tifo — uma enfermidade endêmica entre a população judia polonesa e entre os prisioneiros de guerra russos — ocasionou juntamente com as febres palustres e outras epidemias, enormes devastações nos campos e na cidade de Auschwitz, assim como entre os próprios médicos alemães e a população civil. Donde que durante toda a existência do campo, essas epidemias aliadas, segundo alguns, às terríveis condições de trabalho naquelas zonas pantanosas, à fome, ao calor e ao frio, causaram a morte de aproximadamente cento e cinquenta mil prisioneiros, desde 20 de maio de 1940 até 18 de janeiro de 1945.

Os rumores sobre Auschwitz.

Entrada do campo de concentração de Auschwitz com a frase: ARBEIT MACHT FREI (O trabalho liberta).

Como tem sido comum em tempos de guerra e de propaganda bélica, a partir daqueles dramáticos fatos se engendraram múltiplos rumores. Até ao final da guerra e, sobretudo nos meios judaicos fora da Polônia, propagou-se que os alemães praticavam o assassinato sistemático de prisioneiros em Auschwitz seguindo ordens de Berlim. Segundo estes rumores os nazistas haviam instalado “fábricas da morte” especificamente para eliminar os judeus; dissecavam vivos os prisioneiros (vivissecção); queimavam-nos vivos em fossas, ou nos altos fornos, ou nos crematórios; ou ainda, antes de os queimarem, gaseavam os judeus em matadouros químicos chamados de “câmaras de gás”.

Em todos estes rumores descobrem-se determinados mitos da Primeira Guerra Mundial.

Fonte website verdade1945.blogspot.com.br. Produzido por Dialplus.

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