TV FEMINISTA (português)

  1. Performance autônoma realizada na 31a Bienal de Arte de São Paulo.

    "Ajudinha, ajudinha pra fazer o aborto! Ajuda, moço, por favor! 5 centavos, 10 centavos! Não é performance, é verdade! Aborto no Brasil é muito caro! Eu podia estar morrendo de hemorragia! Se eu fosse rica, eu já tinha feito! Qualquer quantia ajuda! 5 centavos, 10 centavos! Aborto no Brasil é muito caro! Pode ser o dinheiro da bala! Pode ser o troco da padaria! Qualquer 5 centavos ajuda! Ajuda a gente, 5 centavos! Por favor!"

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  2. A Universidade Livre Feminista é um espaço para reflexão e troca de ideias baseadas em práticas pedagógicas libertárias e transformadoras para as mulheres. Construído de forma colaborativa, é como um ponto de encontro para as mulheres das mais diferentes identidades. Acesse feminismo.org.br e conheça o projeto!

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  3. Lilian Adriane Ribeiro dos Santos, Investigadora de la Universidad de Amazonia, Brasil: “Rachel de Queiroz: Una matriarca del Sertão”. Conferencia ofrecida dentro del curso de verano de Casariche, celebrados del 19 al 25 de agosto de 2013.

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  4. Em agosto de 2005 acontece a reintegração de posse da ocupação Plínio Ramos, localizada no centro de São Paulo. Segundo o “Dossiê de denúncia de violação de direitos do Fórum Centro Vivo”, foi o despejo mais violento de que se teve notícia nos últimos anos na cidade de São Paulo. Esse filme contém as poucas imagens internas que sobraram do despejo, pois todo material audiovisual capturado de dentro do prédio foi apreendido pelos policiais. Apenas estas imagens não foram apagadas, capturadas com uma pequena camera fotografica digital. Os policiais não reconheceram nada de perigoso nos borrões estáticos dos frames antes de dar "play" na camêra, e devolveram a camera ao Grupo Risco.

    "Anteriormente ao despejo, os moradores haviam decidido em assembléia coletiva resistir à retirada das famílias de forma a realizar um acontecimento político. Para isso, entraram em contato com a imprensa convidando-a a comparecer no dia marcado para a desocupação. Também usaram como estratégia se dividir em dois grupos que ficariam dentro e fora do prédio. No dia do despejo, o grupo de fora se organizou em forma de um cordão humano, de mãos dadas, na frente da entrada da ocupação. Em seu interior, permaneceu a maior parte das famílias, lacrando a porta pela parte de dentro. Em resposta a esta resistência, a polícia militar foi extremamente violenta e houve confronto com a tropa de choque. Foram 120 soldados contra cerca de 300 pessoas, dentre elas 110 crianças. Spray de pimenta, bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo, balas de borracha nas pernas e rostos dos moradores. 25 pessoas ficaram feridas, dentre elas: 20 sem-teto, sendo 5 menores; 3 policiais; 1 repórter e 1 cinegrafista da TV Globo (Dossiê Centro Vivo, 2006: p.31). Um dos moradores do Edifício Plínio Ramos, militante do MMRC e estudante de Ciências Sociais da PUC/SP no dia conflito estava na linha de frente que protegia o prédio. Apesar dos policiais espirrarem o spray de pimenta no rosto das pessoas que estavam fazendo uma corrente na frente da porta do prédio, esse estudante se manteve parado e por esse motivo recebeu um tiro de borracha no rosto “à queima roupa” que desfigurou seu nariz e poderia tê-lo matado. Eu estava dentro do prédio, junto às famílias, em sua maioria mulheres e crianças. Na hora do conflito, a polícia também atirou para o interior do edifício, em direção às varandas na qual estávamos. Todos correram para o salão de maneira a se proteger das bombas de gás. Ficamos no salão ouvindo os tiros e as explosões e, ali, as pessoas distribuíram pano úmido para proteger a respiração do gás sufocante. As crianças choravam e os adultos esperavam em silêncio. Mesmo depois de a polícia arrombar a porta e negociar uma saída pacífica, eu estava apavorada. Saí sem problemas junto à outras mulheres, mas os homens e todas as pessoas que estavam com máquinas fotográficas ou filmadoras tiveram que ficar para uma “revista policial” (cerca de 150 pessoas). Todo material filmado foi apreendido e apagado, algumas pessoas foram espancadas e 20 foram presas. Houve, inclusive, denúncias de tortura. A polícia estava procurando um culpado para um policial que se feriu com um objeto jogado pela janela do prédio durante o confronto. Escolheram culpar dois homens negros que não possuíam relação alguma com a organização do movimento, tampouco com a acusação. As famílias não tiveram direito à negociação ou contrapartida do Estado, não foi oferecida bolsa-aluguel, nem encaminhamento para programas de moradia, simplesmente foram encaminhadas para os albergues municipais. A única coisa oferecida foi a “verba assistencial” de cinco mil reais para as pessoas que desejassem “voltar para suas casas”. Dessa forma, a grande maioria dos despejados resolveu protestar contra o ocorrido montando um acampamento na própria rua, em frente ao edifício esvaziado." In: teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16139/tde-12082010-131844/fr.php

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  5. Brasil - Violência na Escola, professores ameaçados e agredidos … racismo, homofobia … direitos e respeito às diferenças.

    como tratar a questão?

    Instituto Século Vida

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Vídeos selecionados para a Universidade Livre Feminista em idioma português.

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  • Carlos Oliveira

    Olá, ULF! Obrigado por ter adicionado o curta Contra Mão à sua lista. Nosso filme é dedicado a todos (e à memória de todos) que sofreram com o regime militar no Brasil. Parabéns pela seleção de vídeos e pelo site feminismo.org.br. Abraços.

    by Carlos Oliveira

  • Marcio Ramos

    Obrigado pelo contato. Trabalho valioso de vocês.
    Seguimos na luta... Salve!!!

    by Marcio Ramos

  • obscena agrupamento

    olá! ficamos muito felizes ao saber que vocês tinham adicionado nosso material ao seu canal. agradecemos muito! fraternalmente. Obscena agrupamento independente de pesquisa cênica

    by obscena agrupamento

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