corrosivo
O Coletivo Corrosivo reúne artistas de diferentes áreas (teatro, artes visuais, cinema e música) com o objetivo de pesquisar o terreno híbrido em que as artes se encontram. Desenvolve projetos em espaços não convencionais nos quais a integração das linguagens artísticas e a relação do público/espectador com a obra são características fundamentais. Nos dedicamos à investigação sobre o conceito de site specific (procedimento prático, método de trabalho, que implica o estudo de contextos específicos, em uma reflexão crítica, assumindo as mais diferentes formas) e como ele pode ser aplicado a projetos com o suporte cênico e audiovisual. A ação em espaços urbanos e a construção da obra juntamente com o público - o qual chamamos de “público atuante” - também são pontos de constantes discussões entre os participantes do coletivo.

Na trajetória do Corrosivo destacam-se os seguintes trabalhos:
Em 2007 realiza a performance Soa como Caos na cidade de Rosario (Argentina) a convite do III Festival Internacional de Arte Digital, realizado com o apoio do Ministério da Cultura do Brasil - Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural. Em 2008 o Corrosivo ganhou o Edital de Co-Patrocínio para Primeiras Obras (promovido pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo) com o Projeto Andares, que realizou intervenções urbanas no bairro da Vila Nova Cachoeirinha e montou uma instalação interativa no Centro Cultural da Juventude. Em 2009 com a intervenção Paisagem Sonora, participou da Virada Cultural, onde acontece por 24 horas diversas atrações artísticas. Em junho 2009, foi convidado a participar do grupo de intervenções urbanas do SESC Pompéia.

Os Artistas (les artistes)

Carolina Bonfim - artes cênicas e vídeo
Edson Secco - música e vídeo
Marcos Gorgatti - artes plásticas
Mario Lopes - desenho de luz
Renata Ferraz - artes cênicas e vídeo
Thais de Almeida Prado - artes cênicas, textos e vídeo

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