Durante algumas das noites outonais podemos ver as estrelas esvaindo-se pelo céu, assim como no dia vinte e dois de março de dois mil e catorze. O brilho e a magnitude das manchas de luz fixadas em um ponto específico da obscuridade nada mais significam. As estrelas estavam lá naquela noite e estarão em todas as outras, como uma inconversível evidência de que a eternidade vive. E isso não importa, aos olhos românticos do literata que vos escreve esta mensagem. A cintilação e o fulgor de milhões de astros foi substituído por dois pares de olhos.

Este abismo: os vossos olhares.

O amor vive em seus atos. O amor vive no mate doce. O amor vive na maneira com que se dirigem um ao outro. O amor, Caroline, vivia no Guilherme desde a adolescência, ao desejar o que só achou no teu afeto. O amor, Guilherme, vivia na Caroline desde as primeiras vistas, no La Barra. O amor vive em cada percalço que se antepôs em seus caminhos.
Que o amor viva nestas palavras, como vive em seus corações.
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Agradecemos pela confiança depositada.
Fokuss VideoJornalismo - Com amor, eternizando a capacidade de amar.

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