"A vida não é racional; é louca e cheia de mágoa. Mas não quero viver comigo mesma. Quero paixão, prazer, barulho, bebedeira e todo o mal. Quero ouvir música rouca, ver rostos, roçar em corpos, beber um Benedictine ardente. Quero morder a vida e ser despedaçada por ela. A verdade é que sou inconstante. Fiquei docemente adormecida por alguns séculos e entrei em erupção sem avisar."

Anais Nin - editado.

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