Pela primeira vez em sua vida, Syato se olha no espelho. Suas reações frente a seu reflexo até então desconhecido são documentadas nesse filme. Kosakovsky, pai de Svyato, classifica esse trabalho como um filme sobre auto-reconhecimento e solidão.

"Um bebê pode estar cercado de amor; seus pais podem brincar com ele e ensinar-lhe sobre as coisas do mundo, mas ninguém pode ajudá-lo com a mais importante das questões: quem sou eu? Para responder isso você está sozinho. Você pode ler vários livros sobre amor ou Deus, mas no final apenas você poderá responder se eles existem ou não."
- Viktor Kosakovsky

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