“… imaginemos que dispomos de uma membrana no braço, a qual nos permite esvoaçar depois de anoitecer e panar insectos com a boca; que temos uma visão muito fraca e percebemos o mundo que nos rodeia a través de um sistema de refracção de sinais sonoros de alta freqüência; e que passamos os dias pendurados num sótão de cabeça para baixo. Na medida em que eu consiga imaginar tal coisa (e não é preciso muito), isso apenas me diz como seria pra mim comportar-me do mesmo modo que um morcego. Mas o problema não é esse. Eu quero saber como é ser-se um morcego para um morcego”
(Thomas Nagel, 1974)

Ser-se algo que não se é, é subjectivamente diferente de tudo aquilo que se consegue experimentar. projecto mestrado da imagem . 13'15 _ base "invasão da casa Andrensen"

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