O Centro de Apoio ao Tabagista (CAT), divulga o debate sobre TUBERCULOSE realizado nos estúdios da TV Alerj em 27 de maço de 2014.

Braço de comunicação da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, a TV Alerj produziu este programa dentro da semana de celebração do Dia Mundial da Tuberculose (24 de março).
Participaram do debate: a jornalista Daniela Lobo, o deputado estadual e presidente da Frente Parlamentar para o Enfrentamento do HIV e da Tuberculose da Alerj, Gilberto Palmares, e os médicos pneumologistas Alexandre Milagres e Margareth Pretti Dalcolmo.

A data de 24 de março, que foi distinguida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o Dia Mundial da Tuberculose, faz referência ao dia, em 1882, em que o pesquisador alemão Robert Koch anunciou para a comunidade científica que havia enfim descoberto o agente causador da Peste Branca, como era chamada a doença que fora a responsável pela maior mortalidade que se tem notícia na Europa no Século XIX. Por este feito, em 1905, portanto, cinco anos de sua morte, Koch recebeu o prêmio Nobel de Medicina pelo seu feito memorável.

Não obstante o trabalho de uma vida que resultou na descoberta de Koch, os primeiros medicamentos para combater o micróbio, o bacilo de Koch ou Mycobacterium tuberculosis, só foram sendo produzidos em meados dos anos 40 do Século XX, isto é, mais de meio século depois da identificação do agente causador.

Hoje, malgrado conhecermos a bactéria há exatos 132 anos, termos um arsenal terapêutico eficaz para a cura, ainda existe uma mortalidade global que beira 1,3 milhões de pessoas ao ano, assim como estima-se que surjam 9 milhões de casos novos no mesmo período.

As 2 principais preocupações da OMS e da comunidade científica neste tema são:
1. o desenvolvimento de cepas bacterianas resistentes aos fármacos (estima-se que estejam sendo produzidos 500 mil casos novos de tuberculose DR, MDR, XDR e XXDR)
2. a associação Tuberculose - Aids, uma vez que sabe-se em em boa parte das regiões do planeta a tuberculose é a principal causa de morte para os pacientes de aids.

O estado do Rio de Janeiro fruto da mobilização social capitaneada pelo seu Fórum de ONGs Tuberculose e o de ONgs Aids, instâncias que reúnem um coletivo de dezenas de ONGs, OSCs, lideranças comunitárias e ativistas, fomentou a criação de uma FRENTE PARLAMENTAR ESTADUAL NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA PARA O ENFRENTAMENTO DO HIV E DA TUBERCULOSE, cujo primeiro e ainda atual presidente é o deputado Gilberto Palmares.

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