Não só uma comida, mas um capítulo vital. Elas tem histórias sociais, econômicas e simbólicas complexas. Gostar do seu gosto não é inato, mas cultivo no emaranhado da história, seu gosto é forjado no tempo entre interesses, necessidades e signos culturais, entre os meios. Deflagra pontos de partida, movimentações, pertencimentos marcados por diferenças, representações, preferências e repulsas, procedimentos e ingredientes submersos em sistemas. O ritual sempre convidou a comensalidade. Comungamos o paradoxo do onívoro ansioso por novidade, variação, inovação, exploração e mudança para sobreviver, convivemos do mesmo modo com o alimento desconhecido como perigoso, somos risco ou não somos.

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