1. AGENCIAMENTO DOS ENCONTROS COLETIVOS
    [agency meetings of collective]

    Como potencializar formas de auto-organização agenciando encontros coletivos de modo a minimizar os gastos com recursos não renováveis e infra-estrutura nas grandes cidades?
    [How to potencialize ways of self-organization agency the collective meeting in order to reduce the spent with resources non-renewable and urban infra-structure?]

    Como organizar a minha rotina dentro do sistema urbano de modo que eu consiga otimizar meu tempo em deslocamento e consequentemente contribuir para a redução da emissão de carbono e sobrecarga na infra-estrutura de transporte urbano?
    [How can I organize my daily life inside an urban system in ways to optimize my displacement time and consequently contribute to reducing carbon emissions and overload in the urban transport's infrastructure?]

    Como gastar menos para viver numa metropole como SP?
    [How to spend less to live in an metropolis like São Paulo?]

    # vimeo.com/12388089 Uploaded 390 Plays 0 Comments
  2. # vimeo.com/3380553 Uploaded 116 Plays 0 Comments
  3. _ superfícies

    Superfícies são interfaces entre meios que reagem a ações e a impulsos do corpo dinamizando uma relação pessoal, social e urbana. Superfícies emitem, capturam e transmitem imagens e/ou sons estabelecendo uma relação espaço-temporal.
    Sutilmente, a cinemática converge-se em rotina. A fusão da imagem com o bodyspace e a fusão da imagem com a rotina, é a vida cotidiana diluindo-se com a cinemática num líquido dinâmico onde cada vez menos se percebe o que é representação o que é representado.

    As superfícies são meios que alteram a relação espacial euclidiana e “contribui assim para dissolver a estruturação tradicional das aparências, a percepção comum do espaço sensível”. As imagens na tela de um computador, as projeções nas paredes, as micro-telas em próteses, são superfícies que estabelecem uma relação temporária e múltipla. Interessa-nos nestas superfícies, o momento em que sua representação se expande alem dos limites físicos da sua natureza física, ou seja, sua natureza efêmera e bi-dimensional. Interessa-nos o momento em que estas superfícies se expandem estabelecendo relações entre ambientes, suprimindo espaços (km), articulando espacialidades inusitadas, estabelecendo relações íntimas e de afeto.

    _ o líquido

    O líquido é uma metáfora usada pelo Sociólogo Zygmunt Bauman e pelo arquiteto Lars Spuybroek para falar da natureza contemporânea da nossa cultura. O líquido não tem uma forma permanente, ele segue a forma temporária do evento. Potencialmente ele é flexível, múltiplo, instável e transitório. Qualquer reação no líquido afeta todo o ambiente. “Mas a modernidade não foi um processo de “liquefação” desde o começo? [...] Em outras palavras, a modernidade não foi “fluida” desde sua concepção?” ... “A modernidade “fluida” é a época do desengajamento, da fuga fácil e da perseguição inútil. Na modernidade “líquida” mandam os mais espaçadiços, os que são livres para se mover de modo imperceptível.”

    Se as ecologias, as formas de produção e reprodução (consumo) e os meios de representação estão em constante processo de transformação (transitório e efêmero), sem um tempo preciso, sem um espaço definido, nada rígido (flexível), insólido. Se tudo pode ser rearranjado a qualquer momento, podemos adotar a metáfora de que nosso modo de vida está submerso num meio líquido onde tudo é instável, tudo é instantâneo, tudo é a-espacial e a-temporal. O líquido é um modo de vida onde o tempo-espaço do lazer, consumo e trabalho se fundem e se confundem numa completa liquidificação dos espaços e tempos de vida. A vida pública se dissolveu em uma sobreposição de privados, uma mistura heterogênea conflitante e desconfortável de líquidos privados derramados em uma superfície de batalha.

    _MM

    # vimeo.com/5337768 Uploaded 117 Plays 0 Comments
  4. # vimeo.com/4092334 Uploaded 86 Plays 0 Comments
  5. # vimeo.com/12224343 Uploaded 16 Plays 0 Comments

mobileURBANdesign

Marcelo Maia

When we look at the city, we realize that we have a collective meeting. We noticed a continuous movement in time and space where individuals alone or in groups merge into multiple, simultaneous events. From this premise, we consider the assemblage of…


+ More

When we look at the city, we realize that we have a collective meeting. We noticed a continuous movement in time and space where individuals alone or in groups merge into multiple, simultaneous events. From this premise, we consider the assemblage of these meetings as a chance to provide tools for urban design and an ephemeral, unpredictable, dynamic and flexible architecture.

For some time we have discussed the architecture of the events as a possibility of performance for designers, architects and artists. Thinking about the architecture of the events is to consider time as a facilitator of the classic dimensions of the project: area, volume and weight. The time in the classic dimensions results in displacement, velocity and intensity. It also results in waste of resources, cost and value, finally, consumption. It is projecting area, volume, weight, but also design displacement, speed and consumption.

Browse This Channel

Shout Box

Heads up: the shoutbox will be retiring soon. It’s tired of working, and can’t wait to relax. You can still send a message to the channel owner, though!

Channels are a simple, beautiful way to showcase and watch videos. Browse more Channels.