1. Rhythmic Uprising is a documentary that shows how vibrant Afro-Brazilian performing arts are used to fight racism, social exclusion, and poverty in Bahia, Brazil. The film outlines the transformative powers of a large movement of community cultural projects that make up the latest chapter in a creative struggle for racial equality that began four centuries ago.

    In this ninth chapter, we take a look at the Afro-Brazilian religion of candomblé and its fundamental role in preserving and nurturing Afro-Brazilian traditions throughout the history of colonial and modern Brazil. Fittingly so, many cultural arts programs in Salvador honor and teach its traditions.

    # vimeo.com/64611646 Uploaded 1,022 Plays 0 Comments
  2. AÑA, A MAGIA DO TAMBOR _ Aña la magia del tambor. Direção: Tato Quiñones, Cuba, 1994, , Cor, Duração 27′.

    Os “Batá” são os mais conhecidos dos tambores africanos de origem yoruba que se conservam em Cuba. Este documentário trata da construção e da liturgia destes tambores sagrados nos quais palpita o espírito de Osain – o Deus yoruba da Natureza; fala da linguagem mágica de suas vibrações sonoras provocadas pelo contato com os deuses e da euforia da possessão – “Subida do Santo” – e dos “omá añá olú batá”, os percussionistas que dominam a arte de sua complexa execução e constituem uma categoria sacerdotal reservada exclusivamente aos homens, de acordo com as tradições de seus antepassados.

    © Mundo Latino

    Para maiores informações sobre a Mostra Transemcinema: http://www.transemcinema.wordpress.com

    # vimeo.com/36710551 Uploaded 100 Plays 0 Comments
  3. Músicas "Quilombo Axé", de Afoxé Oyá Alaxé, e "Barravento", de Paulo César Pinheiro interpretadas por Maracutaia no evento #JMV, Juventude Marcada para Viver, realizado no dia 10 de novembro de 2013 no Parque Madureira, Rio de Janeiro.

    Nascido no dia 20 novembro de 2011 [dia nacional da consciência negra] o Bailijesá é o mais novo projeto do Maracutaia. Com longa pesquisa envolvendo seu trabalho musical e investigação sonora , desenvolve um repertório de mais de 40 ijesás compondo, como o nome já diz, um baile plural e envolvente.
    No Bailijesá, os tambores de Maracatu dão lugar aos tambores de mão, o Yorubá se soma ao português e, em conjunto com a dança, transforma a riqueza da nossa raiz afro-brasileira em encantamento.
    Ao longo do espetáculo, o grupo percorre localidades de grande importância e influência para o desenvolvimento e enraizamento da cultura negra no Brasil: pelo Rio de Janeiro com composições de Paulo Cesar Pinheiro e Toninho Geraes; por Salvador, baila com o clássico Afoxé Filhos de Gandhi da Bahia, Gilberto Gil e Caetano Veloso, com suas inúmeras composições para o ritmo ijesá; por Recife, com os tradicionais Afoxés Oya Tokolé, Alafim Oyó, Oxum Pandá e Ylê de Egbá são referências de um ijesá secular; e finalmente, São Paulo, com composições de Kiko Dinucci, Douglas Germano e suas parcerias, que trazem um frescor de modernidade ao espetáculo.

    GRUPO MARACUTAIA:
    Fábio Maciel
    Lina Miguel
    Leon Miguel
    Miguel Jorge
    Nana Orlandi
    Pedro Amparo
    Pedro Rondon
    Thiago Dideus
    Tyaro Maia

    BAILARINOS
    Laís Salgueiro
    Morgana Maselli
    Sofia Feijó
    Tyaro Maia

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    FICHA TÉCNICA

    Músicas:
    "QUILOMBO AXÉ"
    "BARRAVENTO"

    Composições:
    AFOXÉ OYÁ ALAXÉ
    PAULO CÉSAR PINHEIRO

    Interpretação:
    MARACUTAIA

    Dança:
    LAÍS SALGUEIRO & SOFIA FEIJÓ

    Produção Audiovisual:
    ANA BEATRIZ SALGADO
    BRUNO LAET
    FÁBIO VJ NOTÍVAGO
    IAN MOREIRA QUEIROZ
    JULINHO BARROSO
    RAFAEL CANNIGIA

    Fotografia e Câmera:
    IAN MOREIRA QUEIROZ
    BRUNO LAET

    Direção Audiovisual:
    IAN MOREIRA QUEIROZ

    # vimeo.com/79996374 Uploaded 388 Plays 0 Comments
  4. Now you can purchase this film. Go to our official website: thesummerofgods.com

    The Summer of Gods is a short film about a troubled girl named Lili who unites with her Afro-Brazilian religious ancestry on a summer visit with family to their ancestral village in rural Brazil. Soon after her arrival, she encounters Orishas (African gods) who join with her grandmother to help her find peace with a gift
    that has previously vexed her. The film is set in the Northeast of Brazil where Afro-Brazilian religious traditions remain strong. Lili's Grandma is a well revered local priestess who honors the Orishas. Lili is blessed by the goddesses as well. To preserve tradition, they lead her on a mystical adventure through a nearby forest which symbolizes her initiation into the tradition.
    More Info: thesummerofgods.com/

    # vimeo.com/83704994 Uploaded 31.9K Plays 13 Comments
  5. Iemanjá is the mother goddess, whose name means "Mother whose children are like fish" is also the mother of all the Orishas.
    African slaves, to be forced to convert to Catholicism, followed the practice of syncretism and Iemanjá syncretised to the Virgin Mary under her title of Stella Maris, the patron saint of sailors, sailors and fishermen (this syncretism was in Brazil because in Cuba syncretism with other carriers), so the Europeans believed that African slaves had become, but were unaware that their slaves continued to worship Iemanjá, orixá that rules over the seas and all that is in them , protector of home and family, boats and fishermen and owner of the seafood.
    On February 2 the celebration takes place in all the American South Atlantic. On that day, people from cults such as the Africanism, Candomble and Umbanda (including Quimbanda) are taking boats out to sea with offerings, also called "Ferramentas".

    Iemanjá es la diosa madre, su nombre significa "Madre cuyos hijos son como peces" es también madre de todos los Orishas.
    Los esclavos africanos, al verse obligados a convertirse ante la religión católica, siguieron las prácticas del sincretismo y se sincretizó a Iemanjá con la Virgen María bajo su advocación de Stella Maris, patrona de los navegantes, marineros y pescadores (este sincretismo se dio en Brasil, ya que en Cuba porta con otros sincretismos),de esta manera los europeos creían que los esclavos africanos se habían convertido, pero ignoraban que sus esclavos continuaban con el culto a Iemanjá, orixá que reina en los mares y todo lo que hay en ellos, protectora del hogar y la familia, de los barcos y de los pescadores y dueña de los frutos del mar.
    El 2 de febrero se realiza su celebración en todos los países americanos del Atlántico sur. En ese día, personas de cultos tales como el Africanismo, el Candomblé y la Umbanda (incluida la Quimbanda) van hacia el mar llevando barcas con ofrendas, también llamadas "ferramentas".

    Canon 60D
    Lens 18 - 135 mm

    Premier Pro CS5

    Música
    Axial - Vo Guere Iemanjá
    Axial - Oriki de Iemanjá
    freemusicarchive.org

    Montevideo Febrero 2012

    # vimeo.com/37660498 Uploaded 1,828 Plays 11 Comments

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