Cambar Coletivo

  1. 3x1 Rapsódia em vermelho é uma série de ações que transitam sobre e se põem a debater questões relacionadas a construção dos gêneros e das identidades.
    3x1 Rapsódia em vermelho 6º encontro - "Quarto de brincar" ( criada para Ateliê de Performance UERJ - Rio de Janeiro, 2014.)

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  2. 3x1 Rapsódia em vermelho é uma série de ações que transitam sobre e se põem a debater questões relacionadas a construção dos gêneros e das identidades.
    3x1 Rapsódia em vermelho 6º encontro - "Quarto de brincar" ( criada para Ateliê de Performance UERJ - Rio de Janeiro, 2014.)

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  3. 3x1 Rapsódia em vermelho é uma série de ações que transitam sobre e se põem a debater questões relacionadas a construção dos gêneros e das identidades.
    3x1 Rapsódia em vermelho 6º encontro - "Quarto de brincar" ( criada para Ateliê de Performance UERJ - Rio de Janeiro, 2014.)

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  4. 3x1 Rapsódia em vermelho é uma série de ações que transitam sobre e se põem a debater questões relacionadas a construção dos gêneros e das identidades.
    3x1 Rapsódia em vermelho 6º encontro - "Quarto de brincar" ( criada para Ateliê de Performance UERJ - Rio de Janeiro, 2014.)

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  5. 3x1 Rapsódia em vermelho é uma série de ações que transitam sobre e se põem a debater questões relacionadas a construção dos gêneros e das identidades.

    3x1 Rapsódia em vermelho 6º encontro - "Quarto de brincar" ( criada para Ateliê de Performance UERJ - Rio de Janeiro, 2014.)

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Cambar Coletivo

jamesjturpin Plus

cambarcoletivo.com

(alteração de cambiar) v. intr. Mudar, transformar; Mudar de rumo ou de direção; [Náutica] Mudar de um bordo para outro (vento, escota das velas, etc.); v. tr.[Antigo] Trocar; Confrontar: sambar.
Sinônimos: alborcar, dar, descambar,…


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cambarcoletivo.com

(alteração de cambiar) v. intr. Mudar, transformar; Mudar de rumo ou de direção; [Náutica] Mudar de um bordo para outro (vento, escota das velas, etc.); v. tr.[Antigo] Trocar; Confrontar: sambar.
Sinônimos: alborcar, dar, descambar, cambiar, comutar, descair, tender, escambar, titubar, mudar, bordejar, pender, trambecar, variar, puxar, propender, oscilar, inclinar-se, vacilar, vanguejar, cambalear, nutar, dirigir-se, trocar, titubear, virar.

Enquanto Coletivo somos um território de trocas constantes de pesquisas que envolvem programas de derivas*, cartografias** e jogos*** como procedimentos para abertura e manutenção de um campo intensivo de criação artística. Nossas atividades transitam entre a formação, criação e propagação das artes cênicas e visuais e os seus entre lugares. Através de nossas oficinas; residências; intercâmbios e composições buscamos ampliar o atrito performativo que gera nossa existência no mundo.

De uma forma geral, nossas atividades buscam reforçar o aspecto lúdico inerente as relações humanas e a maneira como podemos ocupar os espaços e o tempo onde vivemos. Os interesses que impulsionam nossas ações envolvem um questionamento ininterrupto sobre os acordos, os limites e as convenções em que os eventos artísticos são negociados entre seus participantes. Atrelados a estes interesses, priorizamos ainda a subversão de espaços para uso como território da arte.

Nossos processos surgem do debate sobre as tensões e nuances entre público e privado; gêneros e identidades. Abordamos nossos temas a partir da ideia de corpo-território e do fluxo de forças que o compõe.

O Cambar Coletivo é articulado por Flávio Rabelo (Maceió, Campinas, Diamantina), James Turpin (Miguel Pereira, Londres), Roberto Rezende (Maceió, São Paulo) e Raquel Aguilera (Miguel Pereira, Rio de Janeiro).

* Derivar te convida a se entregar a falta de rumo, como quem se perde enquanto anda numa cidade que visita pela primeira vez. Este estado pode ativar um certo estranhamento que estabeleça outra relação corpo-tempo-espaço.

** Cartografar é de alguma maneira como um caminhar; uma composição entre a distração e o empenho; o acaso e o risco; a disciplina e a espontaneidade. Onde a criação de territórios de existência é sempre tensionada por paradoxos.

*** Usamos jogos como uma plataforma em processo constante capaz de gerar solturas, flexões, torções. Reconfigurando e transformando os humores, as forças, as atitudes. Os jogos como uma possibilidade de ampliação dos estados de conexão entre os participantes – jogadores, dirigentes, torcedores e comentaristas. Jogos sem ganhadores e perdedores.
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As a Collective we are a place of constant exchange of research programs involving drifts, cartography and games as procedures for opening and maintaining an intensive field of artistic creation. Our activities intercalate education, creation and propagation of visual and performing arts and their in-betweens. Through our workshops, residencies, exchanges and compositions we seek to widen the performative clash that generates our existence in the world.

In general, our activities seek to strengthen the playfulness inherent in human relationships and the way we can fill up the space and time in which we live. The interests that drive our actions involve a uninterrupted questioning of the arrangements, limits and conventions to which artistic events are negotiated between their participants. Linked to these concerns, we prioritize further subversion of spaces for use as an art territory.

Our processes emerge from the debate about the tensions and nuances between the public and the private; gender and identity. We approach our subjects from the idea of body-territory and the flow of forces that compose it.

Cambar Collective is represented by Flávio Rabelo (Maceió, Campinas, Diamantina), James Turpin (Miguel Pereira, London), Roberto Rezende (Maceió, São Paulo) and Raquel Aguilera (Miguel Pereira, Rio de Janeiro).

* Drifting invites you to indulge in aimlessness, like someone who gets lost while walking in a city the first time they visit it. This state can activate a certain uneaseness that establishes another relation between body-space-time.

** Cartography is somehow like a walk, a composition between distraction and commitment; chance and risk, discipline and spontaneity. Where the creation of territories of existence is always stressed by paradoxes.

*** We use games and playing as a platform in ongoing processes capable of generating releases, torsions, twists, reconfiguring and changing moods, forces, attitudes. Games as an opportunity to expand the connecting states between the participants – players, managers, fans and commentators. Games without winners or losers.

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