1. Teaser - Nossa Senhora da Esquina (O encontro certo entre Augusto e a Rua)

    01:48

    from À Margem do Infinito / Added

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    vídeo literatura baseado no texto "Nossa Senhora da Esquina" de Augusto Cerqueira. para assistir o vídeo completo, é só clicar: https://vimeo.com/82788131 Curtam nossa página no facebook e acompanhe nossa semeadura: facebook.com/amargemdoinfinito roteiro e direção: Ariosvaldo Lamparina assistente de direção: Marcelo Vinci produção executiva: Thais Alves produção: Suzana Schulhan Lopes sound designer e mixagem: Bruno Begot Ruffeil edição de vídeo e finalização: Raul Carvalho patrocínio: Prefeitura de São Paulo e VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) realização: À Margem do Infinito À Margem do Infinito é um coletivo patrocinado pelo Programa VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) com o objetivo de realizar curtas metragens baseados na produção literária independente de jovens escritores de São Paulo.

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    • Nossa Senhora da Esquina [#008]

      07:13

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      vídeo literatura, baseado no texto "Nossa Senhora da Esquina" de Augusto Cerqueira. Curta nossa página no facebook e acompanhe nossa semeadura: facebook.com/amargemdoinfinito roteiro e direção: Ariosvaldo Lamparina assistente de direção: Marcelo Vinci produção executiva: Thais Alves produção: Suzana Schulhan Lopes sound designer e mixagem: Bruno Begot Ruffeil edição de vídeo e finalização: Raul Carvalho patrocínio: Prefeitura de São Paulo e VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) realização: À Margem do Infinito À Margem do Infinito é um coletivo patrocinado pelo Programa VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) com o objetivo de realizar curtas metragens baseados na produção literária independente de jovens escritores de São Paulo.

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      • Quando o mundo acabou

        09:16

        from Ariosvaldo Lamparina / Added

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        dia qualquer: manhã, cigarro, café e este nó-perdas-saudades invadindo a memória numa manhã-cataclisma-solar. Vídeo literatura, "Quando o mundo acabou", é uma adaptação do texto FINDO de Martim Ardaillon Simões FINDO Mundo acabou quando tia Fá morreu. Mundo acabou quando Zico perdeu aquele pênalti contra a França. Mundo acabou quando Elis se calou. Mundo acabou quando ele não conseguiu dar a 2a. Mundo acabou quando caiu o muro. Mundo acabou no começo da adolescência. Mundo acabou naquele aeroporto, sem lágrimas. Mundo acabou na carta de recusa de uma editora. Mundo acabou quando Judas lhe beijou. Mundo acabou quando perdeu uma aposta. Mundo acabou no fim de uma garrafa de Bordeaux. MARTIM ARDAILLON SIMÕES Para ler e conhecer mais de Martim Ardaillon Simões, acesse: http://msim.blogspot.com.br/ Curta nossa página no facebook e acompanhe nossa semeadura: facebook.com/amargemdoinfinito roteiro e direção: Ariosvaldo Lamparina preparação de elenco: Monique Fraraccio ator: Aloísio Bandarra participação especial: Karine Kelly Pereira assistente de direção: Marcelo Vinci direção de fotografia: Jere Nunes produção executiva: Thais Alves produção: Suzana Schulhan Lopes sound designer e mixagem: Bruno Begot Ruffeil edição e finalização: Raul Alves Carvalho trilha sonora: Erik Satie, Bruno Begot Ruffeil e Flavio Tris patrocínio: Prefeitura de São Paulo e VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) realização: À Margem do Infinito À Margem do Infinito é um coletivo patrocinado pelo Programa VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) com o objetivo de realizar 8 curta metragens baseados na produção literária independente de jovens escritores de São Paulo.

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        • Quando o mundo acabou [#005]

          09:16

          from À Margem do Infinito / Added

          183 Plays / / 0 Comments

          dia qualquer: manhã, cigarro, café e este nó-perdas-saudades invadindo a memória numa manhã-cataclisma-solar. Quinto vídeo de nossa série de 8 vídeos literatura, "Quando o mundo acabou", é uma adaptação do texto FINDO de Martim Ardaillon Simões FINDO Mundo acabou quando tia Fá morreu. Mundo acabou quando Zico perdeu aquele pênalti contra a França. Mundo acabou quando Elis se calou. Mundo acabou quando ele não conseguiu dar a 2a. Mundo acabou quando caiu o muro. Mundo acabou no começo da adolescência. Mundo acabou naquele aeroporto, sem lágrimas. Mundo acabou na carta de recusa de uma editora. Mundo acabou quando Judas lhe beijou. Mundo acabou quando perdeu uma aposta. Mundo acabou no fim de uma garrafa de Bordeaux. MARTIM ARDAILLON SIMÕES Para ler e conhecer mais de Martim Ardaillon Simões, acesse: http://msim.blogspot.com.br/ Curta nossa página no facebook e acompanhe nossa semeadura: facebook.com/amargemdoinfinito roteiro e direção: Ariosvaldo Lamparina preparação de elenco: Monique Fraraccio ator: Aloísio Bandarra participação especial: Karine Kelly Pereira assistente de direção: Marcelo Vinci direção de fotografia: Jere Nunes produção executiva: Thais Alves produção: Suzana Schulhan Lopes sound designer e mixagem: Bruno Begot Ruffeil edição e finalização: Raul Alves Carvalho trilha sonora: Erik Satie, Bruno Begot Ruffeil e Flavio Tris patrocínio: Prefeitura de São Paulo e VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) realização: À Margem do Infinito À Margem do Infinito é um coletivo patrocinado pelo Programa VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) com o objetivo de realizar 8 curta metragens baseados na produção literária independente de jovens escritores de São Paulo.

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          • Janayna Barão - Tempestade em corpo d'água [#001]

            02:54

            from À Margem do Infinito / Added

            104 Plays / / 0 Comments

            Inaugurando nossa série de 8 vídeos literatura: a poeta, Janayna Barão. Com seu poema despedida, "tempestade em corpo d'água". O poema retrata a última chuva que tomou em São Paulo, já que a poeta estava de partida para residir em "Buenos Aires - Argentina" definitivamente. TEMPESTADE EM CORPO D'ÁGUA Passei por um triz, me desfiz em tempestade. Pois que me lavem os pés e as mágoas as últimas águas desta cidade. JANAYNA BARÃO Ela que diz: "Eu não escrevo poemas porque eu escolhi escrever poemas. Eu escrevo poemas por que é impossível freá-los todos dentro de mim. Eu escrevo poemas porque tenho sede de captar a poesia de todas as coisas, e aprisioná-la às palavras. Eu escrevo poemas porque fui agarrada pelo pescoço." Para conhecer e ler mais poemas de Janayna Barão, acesse: http://veseandaadivagar.blogspot.com.br Curta nossa página no facebook e acompanhe nossa semeadura: https://www.facebook.com/amargemdoinfinito direção: Ariosvaldo Lamparina direção de fotografia: Jere Nunes produção executiva: Thais Alves câmeras: Jere Nunes e Marcelo Vinci áudio: Bruno Begot assistente de produção: Suzana Schulhan Lopes trilha sonora: Java - Gamelan degung edição de vídeo: Raul Carvalho foto dos créditos gentilmente cedida por: Ricardo Avellar realização: À Margem do Infinito patrocínio: Prefeitura de São Paulo e VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) À Margem do Infinito é um coletivo patrocinado pelo Programa VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) com o objetivo de realizar 8 curta metragens baseados na produção literária independente de jovens escritores de São Paulo.

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            • Alisson da Paz - Latrina [#003]

              08:10

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              437 Plays / / 0 Comments

              Terceiro vídeo de nossa série de 8 vídeos literatura, o poeta, Alisson da Paz. Ecoando o caminhar na calma da língua que recita esperta e certeira esta América Latina, que pensam uns ser Latrina. Não, Alisson diz que não e nós também dizemos que NÃO! Viva Latinoamérica e nossas línguas, o poder de nossas línguas! Poema em pleno movimento, assim como é Alisson, uma vontade em movimento. LATRINA Que barulho grita na esquina E de quatro aos quatro ventos se espalha? Que marulho transpõem a muralha Na falácia do povo? Que murmúrio grita o novo E no barraco ressoa? Que burbúrio ecoa... Ecoa... E torna a bater na quina? Que América, não norteia, mas atina E pede mais um passo? Que grito grita o cansaço Do braço estarrecido? Quem fala a fala do peito contido Na lima de duas línguas? Quem diz que a noite míngua Na larga matutina? Quem late à latina Como um cachorro vira mundo? E diz que é tudo meu, tudo nosso, mas que é de todo mundo! ALISSON DA PAZ Para conhecer e ler mais poemas de Alisson da Paz, acesse: alissondapaz.blogspot.com.br/ Curta nossa página no facebook e acompanhe nossa semeadura: facebook.com/amargemdoinfinito direção: Ariosvaldo Lamparina assistente de direção: Marcelo Vinci roteiro: Ariosvaldo Lamparina, Monique Fraraccio e Jere Nunes direção de fotografia: Jere Nunes captação de áudio: Bruno Begot produção executiva: Thais Alves produção: Suzana Schulhan preparação de atores: Monique Fraraccio trilha sonora: Pharoah Sanders - Morning prayer, Victor Jara - A Luis Emilio Recabarren e Canción del arbol del olvido sound designer e mixagem: Bruno Begot edição de vídeo e finalização: Raul Carvalho AGRADECIMENTOS: Reginaldo Carvalho, Ane Alves, Sérgio Pizza, Nelsão Portim, Célio Barbosa e Mariselia Barbosa patrocínio: Prefeitura de São Paulo e VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) realização: À Margem do Infinito À Margem do Infinito é um coletivo patrocinado pelo Programa VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) com o objetivo de realizar 8 curta metragens baseados na produção literária independente de jovens escritores de São Paulo.

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              • Alisson da Paz - Latrina

                08:10

                from Ariosvaldo Lamparina / Added

                21 Plays / / 0 Comments

                Terceiro vídeo de nossa série de 8 vídeos literatura, o poeta, Alisson da Paz. Ecoando o caminhar na calma da língua que recita esperta e certeira esta América Latina, que pensam uns ser Latrina. Não, Alisson diz que não e nós também dizemos que NÃO! Viva Latinoamérica e nossas línguas, o poder de nossas línguas! Poema em pleno movimento, assim como é Alisson, uma vontade em movimento. LATRINA Que barulho grita na esquina E de quatro aos quatro ventos se espalha? Que marulho transpõem a muralha Na falácia do povo? Que murmúrio grita o novo E no barraco ressoa? Que burbúrio ecoa... Ecoa... E torna a bater na quina? Que América, não norteia, mas atina E pede mais um passo? Que grito grita o cansaço Do braço estarrecido? Quem fala a fala do peito contido Na lima de duas línguas? Quem diz que a noite míngua Na larga matutina? Quem late à latina Como um cachorro vira mundo? E diz que é tudo meu, tudo nosso, mas que é de todo mundo! ALISSON DA PAZ Para conhecer e ler mais poemas de Alisson da Paz, acesse: http://alissondapaz.blogspot.com.br/ Curta nossa página no facebook e acompanhe nossa semeadura: https://www.facebook.com/amargemdoinfinito direção: Ariosvaldo Lamparina assistente de direção: Marcelo Vinci roteiro: Ariosvaldo Lamparina, Monique Fraraccio e Jere Nunes direção de fotografia: Jere Nunes captação de áudio: Bruno Begot produção executiva: Thais Alves produção: Suzana Schulhan preparação de atores: Monique Fraraccio trilha sonora: Pharoah Sanders - Morning prayer, Victor Jara - A Luis Emilio Recabarren e Canción del arbol del olvido sound designer e mixagem: Bruno Begot edição de vídeo e finalização: Raul Carvalho AGRADECIMENTOS: Reginaldo Carvalho, Ane Alves, Sérgio Pizza, Nelsão Portim, Célio Barbosa e Mariselia Barbosa patrocínio: Prefeitura de São Paulo e VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) realização: À Margem do Infinito À Margem do Infinito é um coletivo patrocinado pelo Programa VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) com o objetivo de realizar 8 curta metragens baseados na produção literária independente de jovens escritores de São Paulo.

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                • Janayna Barão - Tempestade em corpo d'água

                  02:54

                  from Ariosvaldo Lamparina / Added

                  25 Plays / / 0 Comments

                  Inaugurando a série de 8 vídeos literatura: a poeta, Janayna Barão. Com seu poema despedida, "tempestade em corpo d'água". O poema retrata a última chuva que tomou em São Paulo, já que a poeta estava de partida para residir em "Buenos Aires - Argentina" definitivamente. TEMPESTADE EM CORPO D'ÁGUA Passei por um triz, me desfiz em tempestade. Pois que me lavem os pés e as mágoas as últimas águas desta cidade. JANAYNA BARÃO Ela que diz: "Eu não escrevo poemas porque eu escolhi escrever poemas. Eu escrevo poemas por que é impossível freá-los todos dentro de mim. Eu escrevo poemas porque tenho sede de captar a poesia de todas as coisas, e aprisioná-la às palavras. Eu escrevo poemas porque fui agarrada pelo pescoço." Para conhecer e ler mais poemas de Janayna Barão, acesse: http://veseandaadivagar.blogspot.com.br Curta a página do coletivo "À Margem do Infinito" no facebook: https://www.facebook.com/amargemdoinfinito direção: Ariosvaldo Lamparina direção de fotografia: Jere Nunes produção executiva: Thais Alves câmeras: Jere Nunes e Marcelo Vinci áudio: Bruno Begot assistente de produção: Suzana Schulhan Lopes trilha sonora: Java - Gamelan degung edição de vídeo: Raul Carvalho foto dos créditos gentilmente cedida por: Ricardo Avellar realização: À Margem do Infinito patrocínio: Prefeitura de São Paulo e VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) À Margem do Infinito é um coletivo patrocinado pelo Programa VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) com o objetivo de realizar 8 curta metragens baseados na produção literária independente de jovens escritores de São Paulo.

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